jueves, 24 de abril de 2014

Ele permaneceu o Teide ... você não ler o seu vento ...


Ele permaneceu o Teide ... você não ler o seu vento ...

Talvez tenha permanecido o Teide ... já não me atinge o vento quente
ou é que o ar fresco das minhas montanhas, resfriado seus sentimentos ...?,
dica minha opinião esta janela sentimentos Communicator ... .
tranquilamente sozinho ou uma frase ... nem adeus! ... Uma vez você me disse que é o fruto de sua dor e sofrimento e eu me pergunto se você caiu ... ou gripe que você veio ... ou se isso .... ", talvez normal é que você não leu minhas histórias ... ou então todas as manhãs eu me aproximo da minha janela ... porque o Teide não me não traz memórias. Continuo escrevendo de minha caverna ... Eu continuo sonhando meus sulistas .... e quem sabe se um dia o Teide enviar-me uma história perdida na distância ou pilotando seu vento quente um dia olhou mismontes, belas montanhas galegas. Sem querer aprender a usar este instrumento maldito me privar de chegar onde você escrever em silêncio,  talvez, entender possível porque o Teide não voltar com um bolboretas Leistes e dia feliz me fez. wish're direito, embora outros lêem o tempo todo, eu estarei lançando poemas, histórias e sonhos ... voando livre, sem correntes ou sentimentos ... mas ... de minha caverna ... talvez ... você cheira muito Teid


Se ha dormido el TEIDE ... que ya no leo su viento...

Quizás se ha dormido el Teide ... que ya no me llega su cálido viento
¿ o es que los frescos aires de mis montes, enfriaron sus sentimientos...?,
asomo mi vista a la ventana de éste comunicador de sentimientos ....
y solo silencio, ni una frase ... ni tan siquiera ¡¡¡ hasta luego...!!!

Una vez me dijistes que es fruto de tus dolores y sufrimientos
y yo me pregunto si te has caido...o la gripe te entró... o si yo que ....,´
tal vez lo normal sea que ya no lees ni mis cuentos ...
y así cada mañana, me acerco a mi ventana... ya que el TEIDE no me trae ni recuerdos.

Seguiré escribiendo desde mi cueva... seguiré soñando mis sureños ....
y quien sabe si algún día, el TEIDE me mandará un cuento
perdido en la distancia o volando con su cálido viento
que un día asomó por mismontes, bellos montes gallegos.

Por no querer aprender a usar este maldito instrumento
me privo de llegar a donde escribes en silencio,
 tal vez, comprender pudiera porque el TEIDE
no retorna con las bolboretas que un día leistes y feliz me hicieron.

Ojalá estés bien, aunque a otros leas todo el tiempo,
yo seguiré lanzando poemas, cuentos y sueños ...
que vuelan libres sin cadenas ni sentimientos,
... pero ... desde mi cueva... talvez huela... tu TEIDE de lejos

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