viernes, 4 de abril de 2014

O caminhante ... onde está meu caminho ...?



O caminhante ... onde está meu caminho ...?

Eu gostaria de tomar um caminho mas era em linha reta,
ele não podia ver de volta e, ao fazer isso o vazio branco ... serra
iria dormir no mato de uma floresta verde luxuriante
que eu não consigo encontrar o Sol ea Lua minhas dores ... não acordar. Caminhe através das montanhas, descendo as encostas geladas sem a companhia de um cão como um cão, vagamundear poderia, tomando as migalhas da estrada, longe de mim que se não sei onde meu acabamentos do curso, sem dizer onde eu enterrar minhas tristezas. Nem aqui nem o ...'' i! passar como um vento que vem e vai sem parar, sem deixar rasto ... sem deixar rastro, meus ouvidos não ouvem meu nome, a minha sombra para mim é estranho, esquecendo onde nasci ... e se houver alguém que me amou na Terra. ter que justificar não quem eu sou, o que eu fiz ou que eu mandei para o inferno! ... não me lembro que eu amava ... como eu me lembro de um beijo na boca, nenhum eremita eremitério, sem prisão ou pena de prisão, é melhor pegar a estrada para levá-lo ... para onde as almas descansam nele. dejastes Quando o comando quando você não representa nada ... quando ninguém vai sentir sua falta se você falar callas ... se ... você fez o seu ciclo, você deu o que era o seu destino fica a porta sem olhar para trás, como o mendigo anda ... e calar a boca. ... Sem pedir nada, sem memórias de audição. .. sem olhar ... olha ... eu começo meu destino final o canto das almas, no final, as bruxas eram mais fortes ... minhas batalhas e, como a lama que engole você ... seus olhos, o seu sangue ... baba. estou começando esse destino e eu era o único em que a lama estava vivendo os fugitivos ... outra mentira ... no malva e ainda assim eu sei como deslizamentos de terra e indo embora ... até agora ... não voltar para ela, 


Caminante... ¿ donde está mi camino...?

Quisiera coger un camino pero que fuera en línea recta,
que no pudiera ver para atrás y al hacerlo, el blanco del vacío...viera
quisiera dormir entre la maleza de un frondoso bosque de hojas perennes
que el Sol no me encuentre y la Luna ... no despierte mis penas.

Caminar por las montañas, bajar por las heladas laderas
sin compañía de un perro y como perro, vagamundear pudiera,
cogiendo las migajas del camino, alejándome de quien verme quisiera
sin saber donde acaba mi rumbo, sin decir donde entierro mis penas.

¡¡¡Ni de aquí ni de al´´i...!!! pasar como un viento que llega
y que sin parar se va, sin dejar rastro ... sin dejar huella,
que mis oídos no escuchen mi nombre, que mi sombra para mí, sea ajena,
olvidarme de donde nací... y si hubo alguien que me amó en la tierra.

No tener que justificar quien soy, lo que hice ¡¡¡ o a quien mandé a la mierda...!!!
no recordar a quien amé ... como no recuerdo un beso en la boca,
ermitaño sin ermita, encarcelado sin cárcel ni condena,
mas vale coger el camino que te lleve ... a donde las almas descansan en pena.

Cuando dejastes el mando, cuando no representas nada...
cuando nadie te echará en falta , si hablas ... si callas ...,
has cumplido tu ciclo, ya distes  lo que en tu destino estaba
coge la puerta y sin mirar atrás, camina ... como el mendigo y calla.

Sin pedir nada ... sin oír recuerdos... sin mirar ... miradas ...
debo comenzar mi destino final al rincón de las almas,
que al final, las meigas fueron más fuerte... que mis batallas
y como el fango que te traga ... su mirada, de tu sangre ...baba.

Me ha tocado ese destino y no fui el único que en ese fango estaba
viven los que escaparon... los otros... en malvas descansan
y sin embargo yo sé como del fango se resbala
y es caminar lejos ...tan lejos... que no vuelves a mirarla,

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